quinta-feira, 12 de outubro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
Torre da Péla - Lisboa
Na encosta ocidental de Martim Moniz, está situado este monumento que passa quase
despercebido, e é pena.
Torre que integrava o troço da muralha Fernandina, que começou a ser
construída na última metade do século XIV (1373), como cintura de defesa da cidade de Lisboa.
Fotografias de Rafael Baptista
(Outubro de 2017)
terça-feira, 3 de outubro de 2017
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Castelo de Chaves
Castelo Medieval com uma posição dominante sobre a cidade de Chaves.
Sobreviveu até hoje do antigo castelo apenas parte da muralha e a Torre de Menagem.
Sobreviveu até hoje do antigo castelo apenas parte da muralha e a Torre de Menagem.
D. Afonso III passou foral à povoação em 1258 e é a este monarca que
se deve o projecto defensivo.
Este conjunto arquitectónico militar encontra-se parcialmente
envolvido por um jardim artístico, delimitado pelas muralhas.
Fotografias de Rafael Baptista
(Setembro de 2013)
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Cipo Romano ou Pedra da Memória - Bucelas
No exterior, virada para a rua, bem junto da cabeceira da Igreja Paroquial, embutida
no muro do átrio do largo do Espírito Santo, está uma enorme pedra construída num bonito
calcário de lioz, conservando em uma das suas faces uma inscrição em latim.
Esta inscrição funerária é dedicada a um cidadão romano, Lúcio Júlio
Justo, pertencente à tribo Galéria, filho de dois libertos, Lúcio Reburro e
Júlia Justa.
Terá vivido cerca dos finais do século I, inícios do século II d. C.
Este vestígio romano parece ter pertencido a uma antigo templo pagão.
Na inscrição funerária pode-se ler:
D M
L IVLI L F GALER
IVSTI AEDILIS
AN XXVII
L IVLIVS REBVRRVS
PATER
ETIVLIA IVSTA MATER
FILIO PIISSIMO
Na frente da igreja existe uma outra pedra
mais pequena, com inscrições também
em latim.
Brasão de armas da vila, onde figura uma falcata celta cruzada com um
gládio romano.
Bucelas é uma freguesia do concelho de Loures.
Fotografias de Rafael Baptista e de C@rlos Baptista
(Setembro de 2017)
domingo, 10 de setembro de 2017
Tholos do Monge
Monumento megalítico situado no alto da Serra de Sintra, numa cota de 491 metros.
É uma aventura chegar até ao local, devido à exigente subida e há da falta de indicações para se encontrar o sítio.
É uma aventura chegar até ao local, devido à exigente subida e há da falta de indicações para se encontrar o sítio.
Identificado e escavado em 1878, os "Tholos do Monge"
encontram-se isoladamente no topo de uma das maiores elevações da Serra de
Sintra, erguido durante o Calcolítico Pleno, numa altura em que se reforçavam
os sistemas defensivos de alguns povoados e se fortificavam novos
"habitats", sendo posteriormente reutilizado já no Bronze Final.
Aproveitando uma depressão natural do próprio maciço, o sítio é
constituído por uma câmara de planta subcircular com cerca de quatro metros e
meio de diâmetro máximo e paredes erguidas com lajes de diferentes dimensões
colocadas horizontalmente, com aproximadamente dois metros de altura, coberta
em falsa cúpula, tipo "clarabóia".
O sítio possuía originalmente corredor e átrio exterior. O espólio do
tholos, basicamente recolhido ainda na segunda metade de oitocentos, é constituído por cerâmica comum calcolítica e sílex, actualmente expostos
no Museu dos Serviços Geológicos de Portugal.
Fotografias de Rafael Baptista
(Setembro de 2017)
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